Pessoal,
Último post do ano, estava difícil achar assunto! Eis que no dia 26 de dezembro um restaurante de São Paulo me ajudou dando assunto para um post.
O caso foi o seguinte: Uma cliente foi no restaurante e reclamou, via twitter, do valor da conta e da qualidade do restaurante. o dono do restaurante, pelo twitter do restaurante, respondeu à cliente chamando-a de "mal comida". Segue o link do print de tela do tweet postado - http://twitpic.com/3k0x7j .
Todos dizem que as empresas tem que estar nas redes sociais, PRESENÇA é o termo da moda. Já falei sobre isso em abril deste ano. Clique aqui para ler.
Vamos nos ater ao fato descrito acima.
O restaurante em questão tem uma estratégia de marketing de dar descontos nas contas de famosos e em troca estes famosos falam bem do restaurante nas redes sociais. Este buzz gerado por pessoas com muitos seguidores gera vontade nos "normais" de irem ao restaurante. O dono do restaurante consegue colocar toda esta estratégia por água abaixo quando, ao invés de contratar alguém ou alguma empresa para gerenciar sua conta no twitter o faz pessoalmente.
Acho interessante perceber como esta empresa lida com críticas. Vale ressaltar que a forma da reclamação da cliente não foi das mais educadas mas isso não dá o direito de uma empresa tratar de forma desrespeitosa um cliente.
Todo mundo pensa algumas coisas de clientes, chefes e colegas que não convém falar. O erro neste caso foi achar que o tweet não ia gerar repercussão. Caramba, se fosse um zé mané falando para outro zé mané, realmente não teria repercussão, porém foi o restaurante dos famosos falando com um cliente. Para piorar o fato foi em uma semana totalmente parada e sem notícia e as pessoas ficam procurando notícia para dar.
As lições que devemos tirar deste caso são:
1. A presença em redes sociais deve ser pautada pelas mesmas regras de atendimento que temos dentro de nossa empresa.
2. Independente da forma, devemos aceitar as críticas e avaliarmos internamente se as críticas são procedentes. Se não forem, não devemos fazer nada porém, se forem, devemos tomar as medidas para corrigir os erros que motivaram a crítica.
Conta prá gente como sua empresa lida com as críticas, como sua empresa está posicionada nas redes ou conte casos de atendimento vivido por você.
Feliz 2011 e Boas Vendas
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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Hierarquia
Esta semana li uma frase, que ficou martelando na minha cabeça e, por isso, resolvi escrever sobre ela, até porque tenho presenciado este fato com bastante frequencia em clientes.
A frase diz o seguinte:
Mas o assunto deste blog é negócios então vamos analisar esta frase no âmbito empresarial.
Quantas vezes você não vê gerentes, diretores ou mesmo donos de pequenas empresas comentando que não tem a equipe na mão? que eles planejam algo e o resultado não é o esperado?
Pois é, por diversas vezes estes problemas são decorrentes de falta de respeito da equipe para com o superior direto, vou listar os principais fatores que motivam esta perda de respeito:
Desmando - É muito comum um gerente implementar uma nova medida em sua área e o diretor desfazer tal implementação, abrangendo toda a equipe, ou, pior ainda, para um membro em especial. isto ocorre principalmente em empresas pequenas onde todos se conhecem e se relacionam, dai a equipe deste gerente não segue a determinação e o mesmo perde a força.
Confusão de relacionamento - Quando trabalhamos juntos, passamos muito tempo com as pessoas da equipe e é natural que surjam relacionamentos de amizade entre chefes e comandados. Quero deixar claro que isto não tem problema nenhum, sou totalmente a favor da amizade entre colegas de trabalho, porém, por diversas vezes, as pessoas confundem a amizade com a relação de hierarquia e acham que, por serem amigas do gerente, não estão sujeito às suas determinações.
Falta de Skill - Quando o gerente de uma área não tem conhecimento do assunto isto pode gerar na equipe o sentimento de desrespeito, é comum as pessoas falarem - Como vou seguir a determinação de uma pessoa que não conhece do que está falando? Neste caso este gerente deve ter habilidade para lidar com pessoas, correr pra aprender sobre o assunto em questão e, mais do que isso, saber gerenciar a equipe e resolver os problemas.
E na sua empresa? acontece algo parecido? Conta pra gente!
Boas Vendas
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Mande um email contato@vendendomelhor.com.br
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A frase diz o seguinte:
"Quando quem manda perde a vergonha, quem obedece perde o respeito"Este problema ocorre não só em empresas, mas também em famílias e mesmo na relação de professor e aluno em escolas.
Mas o assunto deste blog é negócios então vamos analisar esta frase no âmbito empresarial.
Quantas vezes você não vê gerentes, diretores ou mesmo donos de pequenas empresas comentando que não tem a equipe na mão? que eles planejam algo e o resultado não é o esperado?
Pois é, por diversas vezes estes problemas são decorrentes de falta de respeito da equipe para com o superior direto, vou listar os principais fatores que motivam esta perda de respeito:
Desmando - É muito comum um gerente implementar uma nova medida em sua área e o diretor desfazer tal implementação, abrangendo toda a equipe, ou, pior ainda, para um membro em especial. isto ocorre principalmente em empresas pequenas onde todos se conhecem e se relacionam, dai a equipe deste gerente não segue a determinação e o mesmo perde a força.
Confusão de relacionamento - Quando trabalhamos juntos, passamos muito tempo com as pessoas da equipe e é natural que surjam relacionamentos de amizade entre chefes e comandados. Quero deixar claro que isto não tem problema nenhum, sou totalmente a favor da amizade entre colegas de trabalho, porém, por diversas vezes, as pessoas confundem a amizade com a relação de hierarquia e acham que, por serem amigas do gerente, não estão sujeito às suas determinações.
Falta de Skill - Quando o gerente de uma área não tem conhecimento do assunto isto pode gerar na equipe o sentimento de desrespeito, é comum as pessoas falarem - Como vou seguir a determinação de uma pessoa que não conhece do que está falando? Neste caso este gerente deve ter habilidade para lidar com pessoas, correr pra aprender sobre o assunto em questão e, mais do que isso, saber gerenciar a equipe e resolver os problemas.
E na sua empresa? acontece algo parecido? Conta pra gente!
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sábado, 11 de dezembro de 2010
Preço ou Valor?
Esta é uma discussão que tenho sempre com minha equipe de vendas.
O cliente tem que enxergar o VALOR do que estamos vendendo e não o preço do que estamos vendendo.
Preço é somente um número de referência que o cliente usa para resolver se tem ou não dinheiro para pagar. Se o cliente se pegar no preço, vai achar caro ou barato. vai dizer que não tem budget. vai deixar mais para frente.
Quando conseguimos mostrar o valor da nossa oferta,o cliente arruma budget, negocia mas compra, adia outros investimentos para contratar/comprar o que estamos oferecendo.
Valor está totalmente ligado a duas vertentes: Necessidade e Benefício. Nosso trabalho no processo de vendas é mostrar que o cliente necessita o que estamos vendendo e mostrar em seguida os benefícios do que estamos oferecendo.
Necessidade - O cliente pode ter realmente a necessidade do que vendemos para solucionar problemas ou até para se precaver de problemas futuros.
Benefícios - Vantagens que o cliente vai ter comprando nossos produtos. LEMBRE-SE. Benefício e exclusivo de cada cliente. algo que é um benefício para um cliente, não necessariamente o é para outro, mas isto é assunto para outro post.
E você, consegue mostrar o valor do que você vende? Conta para a gente
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O cliente tem que enxergar o VALOR do que estamos vendendo e não o preço do que estamos vendendo.
Preço é somente um número de referência que o cliente usa para resolver se tem ou não dinheiro para pagar. Se o cliente se pegar no preço, vai achar caro ou barato. vai dizer que não tem budget. vai deixar mais para frente.
Quando conseguimos mostrar o valor da nossa oferta,o cliente arruma budget, negocia mas compra, adia outros investimentos para contratar/comprar o que estamos oferecendo.
Valor está totalmente ligado a duas vertentes: Necessidade e Benefício. Nosso trabalho no processo de vendas é mostrar que o cliente necessita o que estamos vendendo e mostrar em seguida os benefícios do que estamos oferecendo.
Necessidade - O cliente pode ter realmente a necessidade do que vendemos para solucionar problemas ou até para se precaver de problemas futuros.
Benefícios - Vantagens que o cliente vai ter comprando nossos produtos. LEMBRE-SE. Benefício e exclusivo de cada cliente. algo que é um benefício para um cliente, não necessariamente o é para outro, mas isto é assunto para outro post.
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sábado, 4 de dezembro de 2010
Dezembro chegou. O ano acabou?
Olá pessoal,
Esta semana começou dezembro, o último mês do ano. E como estão seus negócios e expectativas para este final?
Se você trabalha no varejo, as coisas, provavelmente, estão esquentando, afinal, natal, fim de ano, amigo secreto e similares aquecem as vendas nesta época. Portanto, esteja preparado para trabalhar muito, mas muito mesmo e no final do mês botar uma comissão gorda, igual ao leitão da ceia, no bolso.
Pra quem trabalha no varejo, só um lembrete. O cliente não tem nenhuma culpa de você estar trabalhando 12 horas por dia, sem folga e sem horário de almoço, janta, lanche ou descanso, portanto, atenda o último cliente do dia como se fosse o primeiro.
Agora, para quem atua no mercado corporativo o mês de dezembro tem algumas características interessantes que o vendedor deve estar atento.
1. Dezembro é o mês mais curto do ano - O ano termina antes do natal, em torno do dia 20 para a maioria das empresas, portanto, você tem em torno de 15 a 17 dias para fazer o resultado.
2. Verbas remanescente - As empresas que trabalham com orçamento anual, geralmente as médias e grandes e as multinacionais, tem sobra de verba e tem que gastar até o final do ano pois estas verbas não são repassadas para o ano seguinte. Vasculhe em sua carteira empresas que estejam nesta condição pois aparecem oportunidades interessantes de venda rápida. Pegue seu forecast e retome todas as negociações em aberto e veja quais tem chance de fechar ainda este mês e dedique-se a elas.
3. Tempo de relacionamento - Aproveite o final do ano para estreitar relacionamento. As pessoas estão mais abertas ao relacionamento pesssoal. Visite seus clientes para entregar um brinde de final de ano ou simplesmente deixar uma mensagem de final de ano e use este contato para já levantar oportunidades para o ano que se inicia. aproveite e verifique quando a empresa vai parar e, principalmente, quando vai regressar, para retomar os contatos em janeiro. Chame seus melhores clientes para um bate papo fora do escritório. Afinal é época de festas e comemorações.
4. Recarregue suas energias - Ao final, aproveite a parada de final de ano para recarregar suas energias e começar 2011 com força total. Nas férias, leia um livro sobre negócios, melhore-se como profissional de vendas. Nos dois últimos dias de férias, analise sua carteira, veja o que tem que ser feito para dar resultado já em janeiro. Tome champagne, coma panetone comemore com sua família, seus amigos, que sofreram e comemoram com você as passagens de 2010!
Força e disposição!
Boas vendas!
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Esta semana começou dezembro, o último mês do ano. E como estão seus negócios e expectativas para este final?
Se você trabalha no varejo, as coisas, provavelmente, estão esquentando, afinal, natal, fim de ano, amigo secreto e similares aquecem as vendas nesta época. Portanto, esteja preparado para trabalhar muito, mas muito mesmo e no final do mês botar uma comissão gorda, igual ao leitão da ceia, no bolso.
Pra quem trabalha no varejo, só um lembrete. O cliente não tem nenhuma culpa de você estar trabalhando 12 horas por dia, sem folga e sem horário de almoço, janta, lanche ou descanso, portanto, atenda o último cliente do dia como se fosse o primeiro.
Agora, para quem atua no mercado corporativo o mês de dezembro tem algumas características interessantes que o vendedor deve estar atento.
1. Dezembro é o mês mais curto do ano - O ano termina antes do natal, em torno do dia 20 para a maioria das empresas, portanto, você tem em torno de 15 a 17 dias para fazer o resultado.
2. Verbas remanescente - As empresas que trabalham com orçamento anual, geralmente as médias e grandes e as multinacionais, tem sobra de verba e tem que gastar até o final do ano pois estas verbas não são repassadas para o ano seguinte. Vasculhe em sua carteira empresas que estejam nesta condição pois aparecem oportunidades interessantes de venda rápida. Pegue seu forecast e retome todas as negociações em aberto e veja quais tem chance de fechar ainda este mês e dedique-se a elas.
3. Tempo de relacionamento - Aproveite o final do ano para estreitar relacionamento. As pessoas estão mais abertas ao relacionamento pesssoal. Visite seus clientes para entregar um brinde de final de ano ou simplesmente deixar uma mensagem de final de ano e use este contato para já levantar oportunidades para o ano que se inicia. aproveite e verifique quando a empresa vai parar e, principalmente, quando vai regressar, para retomar os contatos em janeiro. Chame seus melhores clientes para um bate papo fora do escritório. Afinal é época de festas e comemorações.
4. Recarregue suas energias - Ao final, aproveite a parada de final de ano para recarregar suas energias e começar 2011 com força total. Nas férias, leia um livro sobre negócios, melhore-se como profissional de vendas. Nos dois últimos dias de férias, analise sua carteira, veja o que tem que ser feito para dar resultado já em janeiro. Tome champagne, coma panetone comemore com sua família, seus amigos, que sofreram e comemoram com você as passagens de 2010!
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segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Confiança
"Confiança se adquire com resultado e desempenho" - Tite
Semana passada ouvi essa frase do técnico Tite do Corinthianls no Programa Bem Amigos e ela ficou martelando na minha cabeça e resolvi escrever sobre.
Primeiramente quero dizer que concordo em gênero, número e grau com a frase acima e, vendedor sem confiança não vende nem água no deserto.
Primeiramente vejamos a parte do resultado. Quando o vendedor vem obtendo os resultados esperados por ele, pelo chefe, ou pela empresa ele passa a se sentir mais confiante. O problema é quando acontece o contrário, resultado ruim, confiança zero e isso vira um ciclo interminável.
A cada venda um vendedor se sente confiante para fazer a próxima, enquanto que em caso de uma sucessão de negócios perdidos a confiança mingua.
Agora o vendedor sabe quando a venda fechada foi fruto do seu desempenho na conta e não por sorte, ou outro fator externo. Aí sim ele se sentirá confiante por completo, pois perceberá que os resultados obtidos na empresa foram fruto do seu empenho, da sua atuação e não por uma carteira herdada por exemplo.
Dito isso vamos refletir qual o papel de um gerente de vendas para gerar essa situação ideal de casamento de resultado com desempenho.
O gerente de uma equipe tem que criar condições para que este encontro de resultados com desempenho aconteça.
Para melhorar o desempenho deve estimular o aprendizado da equipe, a troca de informações, fazer estudos de casos com a equipe além de passar o seu conhecimento e sua experiência em vendas para sua equipe, afinal, espera-se que o gerente de vendas seja um profissional mais experiente que sua equipe.
Para que o resultado esperado aconteça, o gerente deve definir metas desafiadoras, porém factíveis.Deve vibrar com a equipe a cada venda fechada ou a cada avanço dos resultados em direção à meta final. Uma boa forma de fazer isso é trabalhar com o conceito de desconstrução da meta (falarei disso em breve aqui no blog).
Agora vamos falar sobre o papel da empresa nesse casamento. A empresa deve investir em marketing para gerar leads qualificados e para suportar a ação de prospecção do vendedor. Deve fornecer condições de treinamento em produto e em técnicas de vendas para melhorar a qualidade do profissional e deve, sempre, ter o financeiro, a produção e a logística muito envolvidas na venda, para que o vendedor confie na sua empresa.
Empresa onde o financeiro erra no faturamento constantemente, não entrega o prometido nos prazos ou finaliza um produto sem qualidade está, antes de mais nada, comprometendo suas vendas e depois vai por a culpa no vendedor.
E na sua empresa, conta AE como funciona.
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sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Social CRM - O Futuro Chegou
Ontem fui ao lançamento de uma ferramenta SENSACIONAL, na minha opinião, de CRM.
O produto se chama CoffeeBean, é mezzo Brazuca, mezzo Americano e traz dois conceitos bem legais e inovadores para a área de vendas:
1. SOCIAL CRM - A ferramenta do coffeebean é totalmente integrada com as redes sociais. Quando você cadastra um lead ou um contato por exemplo, ele já traz o perfil deste em várias redes sociais como Linkedin, Twitter e Facebook. Além disso, dentro da própria ferramenta, você passa a visualizar as atualizações deste contato nas redes sociais.
Outro item interessante é que ele permite a prospecção nas redes sociais, o que é fantástico. Se você conseguir monitorar pessoas ou empresas nas redes sociais que indicam que precisam do seu produto porque não elaborar um movimento de ativação deste contato dentro da própria rede? E, melhor ainda, armazenar esta ação no seu CRM?
2. Ambiente Colaborativo - Quem me conhece, ou lê meus escritos, sabe o quanto defendo a criação de ambiente colaborativo em áreas comerciais. Pois é, o CoffeeBean conseguiu colocar esta colaboração dentro da ferramenta. Permitindo que a área comercial inteira de uma empresa possa acompanhar os passos das contas e as interações com os contatos, criando assim, além do ambiente realmente colaborativo, uma ferramenta de auxílio, permitindo que um vendedor se espelhe na ação do outro para definir próximos passos nas suas contas.
Obviamente, o que este produto propõe é uma mudança cultural e estrutural. Os "Dinossauros" que estavam presentes no evento fizeram uma série de objeções às ferramentas, mas eu acredito que o Futuro das empresas está na colaboração.
O produto é novo e está em pleno desenvolvimento, será evidentemente melhorado mas, o que eu vi ontem, já me deu a certeza que esses caras vão fazer barulho no mercado.
Sugiro que vocês dêem uma olhada nesse produto caso estejam pensando em implementar um novo CRM na sua empresa.
E na sua empresa, como trabalha a área comercial? você ainda esconde suas contas?Fala AE!
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O produto se chama CoffeeBean, é mezzo Brazuca, mezzo Americano e traz dois conceitos bem legais e inovadores para a área de vendas:
1. SOCIAL CRM - A ferramenta do coffeebean é totalmente integrada com as redes sociais. Quando você cadastra um lead ou um contato por exemplo, ele já traz o perfil deste em várias redes sociais como Linkedin, Twitter e Facebook. Além disso, dentro da própria ferramenta, você passa a visualizar as atualizações deste contato nas redes sociais.
Outro item interessante é que ele permite a prospecção nas redes sociais, o que é fantástico. Se você conseguir monitorar pessoas ou empresas nas redes sociais que indicam que precisam do seu produto porque não elaborar um movimento de ativação deste contato dentro da própria rede? E, melhor ainda, armazenar esta ação no seu CRM?
2. Ambiente Colaborativo - Quem me conhece, ou lê meus escritos, sabe o quanto defendo a criação de ambiente colaborativo em áreas comerciais. Pois é, o CoffeeBean conseguiu colocar esta colaboração dentro da ferramenta. Permitindo que a área comercial inteira de uma empresa possa acompanhar os passos das contas e as interações com os contatos, criando assim, além do ambiente realmente colaborativo, uma ferramenta de auxílio, permitindo que um vendedor se espelhe na ação do outro para definir próximos passos nas suas contas.
Obviamente, o que este produto propõe é uma mudança cultural e estrutural. Os "Dinossauros" que estavam presentes no evento fizeram uma série de objeções às ferramentas, mas eu acredito que o Futuro das empresas está na colaboração.
O produto é novo e está em pleno desenvolvimento, será evidentemente melhorado mas, o que eu vi ontem, já me deu a certeza que esses caras vão fazer barulho no mercado.
Sugiro que vocês dêem uma olhada nesse produto caso estejam pensando em implementar um novo CRM na sua empresa.
E na sua empresa, como trabalha a área comercial? você ainda esconde suas contas?Fala AE!
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sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Busca na Internet - A busca vertical
Pessoal,
Olá!
Hoje vou falar um pouco com sobre os mecanismos de busca vertical.
No post anterior falei um pouco sobre isso e agora vou aprofundar mais.
Inicialmente, vamos diferenciar mecanismos de busca horizontal e vertical. O mecanismo de busca horizontal todo mundo conhece, usa e já está acostumado, são exemplos Google, Bing e Yahoo!. Nestes, a busca é feita em uma amostra da internet que é mapeada por eles, sem nenhuma especificidade de assunto. então, por exemplo se você digitar manga, vão aparecer vários resultados, entre eles manga fruta, manga de camisa e manga peça de carro. Caso você esteja procurando uma Manga de Eixo para seu carro, vai demorar muito para encontrar, porém, caso você vá à um buscador vertical, especializado em peças automotivas com certeza os resultados serão mais próximos do que você busca.
Qual a vantagem destes buscadores? Exatamente o refinamento da busca e a apresentação de resultados mais próximos do esperado. Para cada nicho de mercado, profissão ou assunto podemos ter um buscador vertical. Por exemplo, se você quer comparar preços, geralmente vai ao Buscapé e não ao google, correto?
A cada dia mais e mais conteúdo é adicionado à internet, tem de tudo, certo? óbvio, o espaço é praticamente ilimitado, além do que tem muita gente gerando conteúdo e cada um com seus interesses próprios e de mais alguns ou de muitos. Junte a isso a falta de tempo das pessoas, todos correndo e querendo, sempre, a informação correto no menor tempo. Exatamente por isso os buscadores verticais apresentam-se como uma grande oportunidade de negórtical na área de cios.
Pensando nisto, uma empresa aqui de São Paulo criou um portal de busca vertical, especializado em cursos. chama-se Procurando Cursos ( www.procurandocursos.com ).
O portal está iniciando suas operações e mesmo assim já conta com vários cursos listados lá. Interessante notar que qualquer curso pode ser cadastrado neste portal, independente do tema ou da área. Existem cursos cadastrados de tecnologia, estética, gestão, culinária etc. Certamente, com o passar do tempo, mais cursos estarão listados lá e o resultado da busca será mais interessante.
Tá querendo fazer algum curso? Procura lá.
Tem uma empresa que ministra algum tipo de curso? Cadastra lá! existem vários planos de assinatura, sendo que o plano de entrada é grátis.
E no seu mercado? tem algum mecanismo de busca vertical? Qual a sua necessidade? Conta prá gente!
Boas vendas!
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Hoje vou falar um pouco com sobre os mecanismos de busca vertical.
No post anterior falei um pouco sobre isso e agora vou aprofundar mais.
Inicialmente, vamos diferenciar mecanismos de busca horizontal e vertical. O mecanismo de busca horizontal todo mundo conhece, usa e já está acostumado, são exemplos Google, Bing e Yahoo!. Nestes, a busca é feita em uma amostra da internet que é mapeada por eles, sem nenhuma especificidade de assunto. então, por exemplo se você digitar manga, vão aparecer vários resultados, entre eles manga fruta, manga de camisa e manga peça de carro. Caso você esteja procurando uma Manga de Eixo para seu carro, vai demorar muito para encontrar, porém, caso você vá à um buscador vertical, especializado em peças automotivas com certeza os resultados serão mais próximos do que você busca.
Qual a vantagem destes buscadores? Exatamente o refinamento da busca e a apresentação de resultados mais próximos do esperado. Para cada nicho de mercado, profissão ou assunto podemos ter um buscador vertical. Por exemplo, se você quer comparar preços, geralmente vai ao Buscapé e não ao google, correto?
A cada dia mais e mais conteúdo é adicionado à internet, tem de tudo, certo? óbvio, o espaço é praticamente ilimitado, além do que tem muita gente gerando conteúdo e cada um com seus interesses próprios e de mais alguns ou de muitos. Junte a isso a falta de tempo das pessoas, todos correndo e querendo, sempre, a informação correto no menor tempo. Exatamente por isso os buscadores verticais apresentam-se como uma grande oportunidade de negórtical na área de cios.
Pensando nisto, uma empresa aqui de São Paulo criou um portal de busca vertical, especializado em cursos. chama-se Procurando Cursos ( www.procurandocursos.com ).
O portal está iniciando suas operações e mesmo assim já conta com vários cursos listados lá. Interessante notar que qualquer curso pode ser cadastrado neste portal, independente do tema ou da área. Existem cursos cadastrados de tecnologia, estética, gestão, culinária etc. Certamente, com o passar do tempo, mais cursos estarão listados lá e o resultado da busca será mais interessante.
Tá querendo fazer algum curso? Procura lá.
Tem uma empresa que ministra algum tipo de curso? Cadastra lá! existem vários planos de assinatura, sendo que o plano de entrada é grátis.
E no seu mercado? tem algum mecanismo de busca vertical? Qual a sua necessidade? Conta prá gente!
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sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Marketing digital. Busca Vertical
Pessoal,
Hoje vou falar um pouco sobre uma palestra que assisti esta semana. A palestra foi da Martha Gabriel que sabe muito de marketing digital no lançamento de uma ferramenta de busca vertical chamado Procurando Cursos ( www.procurandocursos.com ). A palestra tem tema para uma meia dúzia de posts do blog. Neste aqui vou dar uma geral sobre todos os pontos que considero relevante na palestra e nas próximas semanas vou entrar mais a fundo em alguns dos assuntos.
A palestra começou com a Martha Gabriel diferenciando as formas de busca, entre o que ela chama de Browseando, que é investigar, procurar e Perguntando, quando as pessoas buscam referendo da informação entre pessoas e sistemas. Como atualmente a oferta de informações é muito grande, a tendência é que a forma de busca através da pergunta ganha mais relevância.
Por falar em oferta, foi citado o paradoxo da escolha, que afirma que as pessoas se sentem angustiadas frente à oferta excessiva, e isso me fez lembrar meu avô materno que dizia que bom era ter só um par de sapatos para não ter que escolher.
Entrando no assunto buscas, um dado me chamou a atenção. De todo o conteúdo da Web, somente 25% é visível, e destes, somente 5% estão indexados pelos mecanismos de busca e mesmo assim, já é informação pra mais de metro que temos. E com relação à quantidade de informação disponível, foi citada a economia de atenção que diz que quanto maior a quantidade de informação menor a atenção.
Por conta deste excesso de informação o papel do influenciador se torna cada dia mais relevante e com a web, a abrangência da sua influência se torna maior.
Outro assunto interessante foi a tendência da mobilidade e da conexão 24 horas o que estã reforçando o uso dos mecanismos de busca e a verticalização destes, pois as pessoas começam a procurar tudo na web, com uso de geolocalização e assuntos de interesse. Foi citado inclusive que os jovens estão optando por não dirigir, passando a usar outros meios de transportes para poder estar 100% conectado.
Foi abordado também a mudança no marketing por conta destas mudanças de comportamento e que atualmente para se atingir o publico alvo as empresas devem ir atrás deste publico diretamente, através da midia e aogra também devem buscar geradores de conteúdo que espalhem a marca. O marketing antes era feito da marca para as pessoas e atualmente ele é feito das pessoas para a marca. A opinião do consumidor tem muito mais importância nos dias de hoje.
Falando agora sobre buscas em si alguns fatores interessantes:
- O que não é encontrado não existe! e 82% das pessoas que buscam algo no google não passam da página 2 de resultados, portanto, se você não está nessas duas páginas você não existe.
- Mais de 30% dos internautas acreditam que os primeiros colocados nos resultados de busca são os líderes de mercado - Chocante não?
- atualmente o movimento é de retro-alimentação entre midias sociais e buscadores, ou seja, um se alimenta do outro.
para finalizar a palestra foi explicada a diferença entre os buscadores horizontais (google, yahoo, bing etc.) e os buscadores verticais (procurando cursos por exemplo). Nos buscadores horizontais a pesquisa é feita em todo o tipo de conteúdo enquanto que na busca vertical, a pesquisa é feita dentro de um universo mais restrito.
A busca vertical se caracteriza por ser feita em nichos de mercado ou por assuntos específicos.Quanto mais complexo o cenário, mais útil é a busca vertical. Nestas buscas o resultado apresentado tende a ser mais assertivo do que nos horizontais além de permitir buscas mais refinadas a respeito de temas específicos.
Bom pessoal, esse post já ficou grande demais e nas próximas semanas vou detalhar mais alguns dos pontos deste post. Se quiser que algum dos temas aqui seja aprofundado fala AE que eu desenvolvo mais a idéia.
Pra finalizar, uma frase da Martha Gabriel que é bem legal:
Pense nisso!
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Hoje vou falar um pouco sobre uma palestra que assisti esta semana. A palestra foi da Martha Gabriel que sabe muito de marketing digital no lançamento de uma ferramenta de busca vertical chamado Procurando Cursos ( www.procurandocursos.com ). A palestra tem tema para uma meia dúzia de posts do blog. Neste aqui vou dar uma geral sobre todos os pontos que considero relevante na palestra e nas próximas semanas vou entrar mais a fundo em alguns dos assuntos.
A palestra começou com a Martha Gabriel diferenciando as formas de busca, entre o que ela chama de Browseando, que é investigar, procurar e Perguntando, quando as pessoas buscam referendo da informação entre pessoas e sistemas. Como atualmente a oferta de informações é muito grande, a tendência é que a forma de busca através da pergunta ganha mais relevância.
Por falar em oferta, foi citado o paradoxo da escolha, que afirma que as pessoas se sentem angustiadas frente à oferta excessiva, e isso me fez lembrar meu avô materno que dizia que bom era ter só um par de sapatos para não ter que escolher.
Entrando no assunto buscas, um dado me chamou a atenção. De todo o conteúdo da Web, somente 25% é visível, e destes, somente 5% estão indexados pelos mecanismos de busca e mesmo assim, já é informação pra mais de metro que temos. E com relação à quantidade de informação disponível, foi citada a economia de atenção que diz que quanto maior a quantidade de informação menor a atenção.
Por conta deste excesso de informação o papel do influenciador se torna cada dia mais relevante e com a web, a abrangência da sua influência se torna maior.
Outro assunto interessante foi a tendência da mobilidade e da conexão 24 horas o que estã reforçando o uso dos mecanismos de busca e a verticalização destes, pois as pessoas começam a procurar tudo na web, com uso de geolocalização e assuntos de interesse. Foi citado inclusive que os jovens estão optando por não dirigir, passando a usar outros meios de transportes para poder estar 100% conectado.
Foi abordado também a mudança no marketing por conta destas mudanças de comportamento e que atualmente para se atingir o publico alvo as empresas devem ir atrás deste publico diretamente, através da midia e aogra também devem buscar geradores de conteúdo que espalhem a marca. O marketing antes era feito da marca para as pessoas e atualmente ele é feito das pessoas para a marca. A opinião do consumidor tem muito mais importância nos dias de hoje.
Falando agora sobre buscas em si alguns fatores interessantes:
- O que não é encontrado não existe! e 82% das pessoas que buscam algo no google não passam da página 2 de resultados, portanto, se você não está nessas duas páginas você não existe.
- Mais de 30% dos internautas acreditam que os primeiros colocados nos resultados de busca são os líderes de mercado - Chocante não?
- atualmente o movimento é de retro-alimentação entre midias sociais e buscadores, ou seja, um se alimenta do outro.
para finalizar a palestra foi explicada a diferença entre os buscadores horizontais (google, yahoo, bing etc.) e os buscadores verticais (procurando cursos por exemplo). Nos buscadores horizontais a pesquisa é feita em todo o tipo de conteúdo enquanto que na busca vertical, a pesquisa é feita dentro de um universo mais restrito.
A busca vertical se caracteriza por ser feita em nichos de mercado ou por assuntos específicos.Quanto mais complexo o cenário, mais útil é a busca vertical. Nestas buscas o resultado apresentado tende a ser mais assertivo do que nos horizontais além de permitir buscas mais refinadas a respeito de temas específicos.
Bom pessoal, esse post já ficou grande demais e nas próximas semanas vou detalhar mais alguns dos pontos deste post. Se quiser que algum dos temas aqui seja aprofundado fala AE que eu desenvolvo mais a idéia.
Pra finalizar, uma frase da Martha Gabriel que é bem legal:
"Você é tão bom quanto o conteúdo digital que você produz."
Pense nisso!
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sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Campanha de Marketing Fail
Pessoal,
Hoje vou falar um pouco sobre uma campanha que está ativa da Nestlé, que é a da Galera Animal.
Pra quem não sabe, foram criados animais em animação que aparecem em filmes nos intervalos da programação de TV e interagem também com apresentadores de programas. Já os vi falando com a Ana Maria Braga e com o Faustão, que-me lembro.
Aparentemente a Nestlé tentou criar uma campanha copiada da Parmalat na década de 90 com os mamíferos que, diga-se, foi um sucesso! Os mamíferos da Parmalat caíram no gosto do povo, todos cantavam o jingle da campanha e houve criação de carisma dos personagens e, consequentemente, dos bichinhos de pelúcia que foram criados. A Nestlé tentou fabricar o carisma dos personagens, deu ate nome para eles ( os mamíferos não tinham nome) mas não tem surtido o efeito desejado.
Daí, com mais de 8.000.000 de bichos de pelúcia encomendados (informação no regulamento da promoção) criaram a promoção adote um filhote, através da qual o cliente compra 27 reais em produtos Nestlé e desembolsa mais 27 reais em dinheiro vivo para "adotar" um filhote de pelúcia (O bicho é pequeno mesmo).
Só pra lembrar, na campanha da Parmalat, você levava código de barras de produtos Parmalat e trocava pelo bicho de pelúcia com um valor praticamente irrisório. Cabe ressaltar que a campanha inicial não previa a fase dos bichos de pelúcia. Foi atendida uma demanda do mercado.
O erro aí foi acreditar que seria criado carisma, por conta disto, desejo nas pessoas de terem os bichos da galera animal.
FALHOU! não tenho visto nos PDVs as pessoas trocando os bichos, todos com quem eu falo reclamam do valor cobrado e ontem, no Wal Mart, no tempo que fiquei observando ninguém "adotou" o filhote.
Talvez, se a Nestlé tivesse utilizado a idéia de adote um filhote, para de fato ajudar associação de proteção de animais ou mesmo zoológicos públicos, destinando parte da verba arrecadada, poderia conseguir uma mobilização maior e um interesse do público.
A promoção vai até o mês de novembro, mas não me surpreenderei se a mesma for prorrogada pela Nestlé "devido ao grande sucesso".
Pois é pessoal, quando forem criar uma campanha de marketing ou de vendas, pensem que a mesma pode dar errado, ainda mais se você estiver pensando em copiar uma campanha de sucesso de um concorrente.
Um abraço e boas vendas!
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Hoje vou falar um pouco sobre uma campanha que está ativa da Nestlé, que é a da Galera Animal.
Pra quem não sabe, foram criados animais em animação que aparecem em filmes nos intervalos da programação de TV e interagem também com apresentadores de programas. Já os vi falando com a Ana Maria Braga e com o Faustão, que-me lembro.
Aparentemente a Nestlé tentou criar uma campanha copiada da Parmalat na década de 90 com os mamíferos que, diga-se, foi um sucesso! Os mamíferos da Parmalat caíram no gosto do povo, todos cantavam o jingle da campanha e houve criação de carisma dos personagens e, consequentemente, dos bichinhos de pelúcia que foram criados. A Nestlé tentou fabricar o carisma dos personagens, deu ate nome para eles ( os mamíferos não tinham nome) mas não tem surtido o efeito desejado.
Daí, com mais de 8.000.000 de bichos de pelúcia encomendados (informação no regulamento da promoção) criaram a promoção adote um filhote, através da qual o cliente compra 27 reais em produtos Nestlé e desembolsa mais 27 reais em dinheiro vivo para "adotar" um filhote de pelúcia (O bicho é pequeno mesmo).
Só pra lembrar, na campanha da Parmalat, você levava código de barras de produtos Parmalat e trocava pelo bicho de pelúcia com um valor praticamente irrisório. Cabe ressaltar que a campanha inicial não previa a fase dos bichos de pelúcia. Foi atendida uma demanda do mercado.
O erro aí foi acreditar que seria criado carisma, por conta disto, desejo nas pessoas de terem os bichos da galera animal.
FALHOU! não tenho visto nos PDVs as pessoas trocando os bichos, todos com quem eu falo reclamam do valor cobrado e ontem, no Wal Mart, no tempo que fiquei observando ninguém "adotou" o filhote.
Talvez, se a Nestlé tivesse utilizado a idéia de adote um filhote, para de fato ajudar associação de proteção de animais ou mesmo zoológicos públicos, destinando parte da verba arrecadada, poderia conseguir uma mobilização maior e um interesse do público.
A promoção vai até o mês de novembro, mas não me surpreenderei se a mesma for prorrogada pela Nestlé "devido ao grande sucesso".
Pois é pessoal, quando forem criar uma campanha de marketing ou de vendas, pensem que a mesma pode dar errado, ainda mais se você estiver pensando em copiar uma campanha de sucesso de um concorrente.
Um abraço e boas vendas!
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sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Inovação
Olá Pessoal,
O bar chama-se Guadalupe bar como você pode ver nas fotos. Um lugar pequeno e simpático.
Reparem que eles usaram até a caixa de entrada de luz para afixar os preços.
Todos escritos com giz e fáceis de apagar e reescrever.
O pessoal do bar conseguiu inovar de uma forma bem barata e ainda criou um canal de comunicação com o cliente, anunciando promoções e novidades da casa sem ter que recorrer a empresas de adesivos, estúdios de design e gráficas rápidas e ainda economizou o custo de produção dos cardápios.
É legal ver ideias como essas porque, geralmente, quando as pessoas pensam em inovação logo pensam em custo, investimento e coisas e tal. É importante ter em mente que inovar é fazer algo diferente do normal e não necessariamente, de uma forma mais cara.
Exemplos como este do Guadalupe temos aos montes mas, quando pensamos em inovar nas nossas empresas, sempre pensamos - Não temos verba para isso! Oras, que verba o pessoal do bar precisou para inovar no seu cardápio? o custo de uma caixa de giz! só. E se comparar com o custo de imprimir cardápios, mesmo que em impressoras caseiras (que ficam horríveis) com certeza gastaram menos.
Lembre-se que as empresas de bebidas oferecem aqueles cardápios com suas logomarcas para serem preenchidos a giz pelos donos do bar, mas temos que concordar que a ideia do pessoal do Bar Guadalupe é muito mais original e interessante que estes quadros.
Comece a pensar em inovar na sua empresa, sem pensar em custos, mais do que isso, pense em idéias que custem pouco, nada ou quase nada para implementar e que podem tornar sua empresa, seu serviço ou seu produto diferenciado?
Parabéns ao pessoal do Guadalupe Bar. Com certeza voltarei lá qualquer dia desses para tomar uma cerveja e comer um churrasco no palito por 3 reais (tá na parede) que por sinal, todo mundo chama de espetinho, mas chama a atenção.
Você tem outros exemplos de ideias assim? Conta pra gente! E na sua empresa, o que você está fazendo em termos de inovação? Manda pra gente que a gente publica aqui no blog da VendendoMelhor.
Boas Vendas!
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Vamos falar um pouco sobre inovação?
O dicionário Michaelis define Inovação como o ato de inovar e inovar como:
inovar
i.no.var
(lat innovare) vtd 1 Fazer inovações, introduzir novidades em (leis, costumes, artes etc.). 2 Produzir algo novo, encontrar novo processo, renovar: Inovar a execução de um trabalho. 3Introduzir (palavras) pela primeira vez em uma língua.
Hoje estava caminhando no Carrão, aqui em São Paulo e vi um bar, arrumado, bem legal mesmo e o cardápio deles estava escrito na parede de uma forma realmente inovadora, veja as fotos:
![]() |
| Parede lateral foto1 |
![]() |
| Parede lateral foto2 |
![]() |
| Entrada do quadro de luz |
O bar chama-se Guadalupe bar como você pode ver nas fotos. Um lugar pequeno e simpático.
Reparem que eles usaram até a caixa de entrada de luz para afixar os preços.
Todos escritos com giz e fáceis de apagar e reescrever.
O pessoal do bar conseguiu inovar de uma forma bem barata e ainda criou um canal de comunicação com o cliente, anunciando promoções e novidades da casa sem ter que recorrer a empresas de adesivos, estúdios de design e gráficas rápidas e ainda economizou o custo de produção dos cardápios.
É legal ver ideias como essas porque, geralmente, quando as pessoas pensam em inovação logo pensam em custo, investimento e coisas e tal. É importante ter em mente que inovar é fazer algo diferente do normal e não necessariamente, de uma forma mais cara.
Exemplos como este do Guadalupe temos aos montes mas, quando pensamos em inovar nas nossas empresas, sempre pensamos - Não temos verba para isso! Oras, que verba o pessoal do bar precisou para inovar no seu cardápio? o custo de uma caixa de giz! só. E se comparar com o custo de imprimir cardápios, mesmo que em impressoras caseiras (que ficam horríveis) com certeza gastaram menos.
Lembre-se que as empresas de bebidas oferecem aqueles cardápios com suas logomarcas para serem preenchidos a giz pelos donos do bar, mas temos que concordar que a ideia do pessoal do Bar Guadalupe é muito mais original e interessante que estes quadros.
Comece a pensar em inovar na sua empresa, sem pensar em custos, mais do que isso, pense em idéias que custem pouco, nada ou quase nada para implementar e que podem tornar sua empresa, seu serviço ou seu produto diferenciado?
Parabéns ao pessoal do Guadalupe Bar. Com certeza voltarei lá qualquer dia desses para tomar uma cerveja e comer um churrasco no palito por 3 reais (tá na parede) que por sinal, todo mundo chama de espetinho, mas chama a atenção.
Você tem outros exemplos de ideias assim? Conta pra gente! E na sua empresa, o que você está fazendo em termos de inovação? Manda pra gente que a gente publica aqui no blog da VendendoMelhor.
Boas Vendas!
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